Mesmo antes de terminar a apelidada por muitos como a “cimeira dos castigos”, na medida em que, lá só se discutirá as medidas de punição aos governos/países que não cumpram as regras, vale a pena perceber que praticamente todos os países da comunidade europeia, não cumprem o que está estipulado e se forem sancionar severamente quem não cumpre, então não haverá mais Comunidade Europeia.
Se de facto vivêssemos em comunidade, tentar-se-iam resolver os problemas de uma forma absolutamente construtiva. Tal como devemos ser solidários com zonas do país que são menos prósperas, por via de muitas vicissitudes que se perdem nos tempos, mas que se agravaram no presente, também Às regiões/países da dita comunidade, que afinal não é, deveriam ser desenhados planos de recuperação e não punições que os fazem mais pobres ainda, que enfraquecem a Europa ainda mais e que no fim de contas terá o mesmo efeito, ou seja, ficarão por liquidar as dívidas. Será exatamente o que está a suceder com os bancos e respetivos empréstimos. Até agora, como eram os donos do dinheiro, utilizavam esse poder contra os clientes, na forma de ameaças e execuções quase indiscriminadas, no entanto, o modus operandi mudou. Neste momento os bancos centram a recuperação do dinheiro, da maneira mais cencensual que podem, negociando com os clientes e desenhando uma estratégia de pagamentos adequada às circunstâncias da realidade de cada um.
A Europa assim tem que ser, a solidariedade será fundamental, caso contrário, nem que se juntem os países mais fortes e se expurgue da comunidade os países doentes, esses irão concerteza, mais tarde ou mais cedo, sucumbir à tomada da economia mundial, por parte da China.
Queria finalizar apenas rematando, que a expectativa para esta cimeira, além da montanha parir um rato, irá ter uma consequência evidente, mais uma machadada nas relações entre os povos da Europa, esse já velho continente.
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